Como Elaborar um Plano de Missões para o Departamento Infantil


ENVOLVENDO AS CRIANÇAS EM MISSÕES


  • Em primeiro lugar, possua visão missionária antes de transmiti-la aos alunos.
  • Aumente sua visão. Conheça organizações missionárias e seus respectivos obreiros.
  • Assista à conferências e reuniões missionárias.
  • Corresponda-se com missionários.
  • Leia biografia de missionários.
  • Contribua sistematicamente para a obra missionária.

PLANEJAMENTO

1. Planeje seu programa missionário de antemão, para o ano todo.
2. Escolha quais os países a serem estudados e os missionários a serem ajudados.
3. Escolha as histórias missionárias a serem usadas na classe. Adquira-as.
4. Adquira um mapa mundi e mapas dos países a serem estudados.
5. Ensine diversos cânticos missionários durante o ano.
6. Faça um grande mapa mundi, afixando um retrato do missionário sobre ou perto da parte do mundo onde trabalha. Fixe na sala do Departamento Infantil.
7. Ensine um versículo missionário por mês (com recursos visuais).
8. Planeje um culto missionário por mês (de acordo com os recursos do Departamento Infantil).
9. Peça ajuda das senhoras da Igreja para confeccionarem bandeiras em tecido dos países que vão ser abordados.
10. Colecione revistas que mostram figuras de outros países: Ex. 'Geográfica e Viajar'.

Uma mãe... Um bom exemplo.

Olá Pessoal!
Nesta postagem queremos compartilhar com você uma ótima conversa que o Instituto Bíblico Betel Brasileiro teve com uma grande missionária, a irmã Euza Lidório.
Sua história de vida, a experiência ministerial, bem como as familiares, desafia e leva aos pais a refletirem, em especial nestes dias e que foi comemorado o dia da criança. Onde neste, presenteamos as nossas crianças, almejamos grandes conquistas para elas, declaramos toda nossa responsabilidade em educá-las e ensiná-las no caminho em que devem andar.
Deus abençoe a sua leitura e que a mesma possa contribuir para a sua edificação.
Euza Lidório, uma mãe missionária.


Conversar com Euza Lidório é uma lição de vida. Em cada frase ela nos ensina algo. Isso, de forma natural e simples, quase como quem não percebe que está sendo mestre. A impressão que tive é que ela foi assim por toda a vida, ensinando os filhos, seus 'alunos' mais chegados. As lições, ela as aprendeu com seu Mestre: Jesus. Euza nasceu em 1934, em Porteirinha, norte de Minas Gerais. Aos 18 anos, casou-se com Gedeon José Lidório, com quem teve quatro filhos. Juntos, eles plantaram mais de 100 igrejas pelos interiores do Brasil, durante 36 anos de ministério, acompanhados por 40 mudanças. Nesta entrevista exclusiva à Raio de Luz, ela fala sobre esses tantos anos de ministério itinerante, sobre família, criação de filhos, desafios dos campos não alcançados e intercessão. Hoje ela coordena o Ministério de Intercessão pelas Nações, que envolve cerca de três mil e quinhentas pessoas nas várias regiões do Brasil. Seu testemunho de vida é marcante. Impossível ouví-la e não sentir vontade de conhecer mais a Deus e serví-lo com mais fidelidade.

Como foi o início do seu ministério?
Comecei o ministério com o meu marido, Gedeon José Lidório. Nós fomos enviados a várias cidades do Brasil. Nosso trabalho era plantar igrejas, e foi isso que fizemos durante 36 anos até 1993, quando ele faleceu. Foram anos de muita luta e de muita bênção. Junto com as tarefas das congregações, eu tinha também que cuidar dos meus filhos.

Os dois primeiros, Eudalva e Gedeon Júnior, acompanharam as fases de mais dificuldades. A vida missionária tem que ser levada com muita dependência e obediência, assim, íamos a qualquer lugar que a missão nos enviasse. Muitas vezes, fiquei em cidades cozinhando com lenha, não havia água encanada ou eletricidade. Isso não era na África não! (risos) Era no Brasil mesmo, em terras onde não se havia pregado o Evangelho.

Nossos filhos mudaram de colégio inúmeras vezes, mas, com a graça de Deus, eles nunca perderam nem um ano de escola. Muitas vezes passamos por privações financeiras, nessas épocas tínhamos na dispensa somente o necessário. Passávamos anos sem algumas comidas mais caras. Outras vezes não tínhamos remédios, porque o lugar onde vivíamos era muito afastado de hospitais ou farmácias. Também passamos por situações que exigiam um tanto de coragem. Uma vez estava em um avião e tivemos que usar uma estrada para aterrissar e decolar, porque não tinha outro lugar.


Como a senhora vê a formação cristã na vida dos filhos?

Parece haver muitos filhos que se afastam do Evangelho quando adultos. A instrução dos filhos é diária. Deve ser regada com amor e sabedoria, mas sobretudo com a Palavra de Deus.

A criança que é criada num lar comprometido com Deus, é feliz e não vai se desviar, na fase da adolescência pode haver conflitos, o que é muito natural, mas a Palavra que foi plantada vai germinar, ainda que pareça demorado aos nossos olhos. Lembro-me de um episódio que ilustra bem o que quero dizer. Quando Gedeon Júnior estava com um ano, recebi a visita de dezesseis pessoas na minha casa. Eu não tinha empregada. Precisava cuidar dele e preparar tudo para receber as pessoas. Logo neste dia ele não queria comer. Eu insistia com amor, mas ele não abria a boca. Então, ele me olhou fechou os olhos, abaixou a cabeça e juntou as mãozinhas para orar. Com tanta correria, eu havia me esquecido de orar, mas ele não! Aquele acontecimento foi uma prova de que mesmo muito pequena a criança guarda o que nós a ensinamos.

Outra vez, foi quando Ronaldo estava com febre. Ele tinha três anos de idade e eu não podia comprar remédio, porque não havia onde. Eu disse a ele que não tínhamos remédio, então eu ia orar, e Papai do céu iria curá-lo. Eu orei com ele. Logo que terminei ele abriu os olhos e me disse: "Já sarei." A febre tinha passado mesmo. Não tenho palavras para agradecer a Deus.

E a senhora os ensinou a fazer missões?!

Acredito que sim... Deus, através da vida que levávamos, ensinou isso. Eles andavam conosco para todos os lugares. Viram a fidelidade de Deus e aprenderam a serví-lo. Hoje, os quatro têm ministérios organizados. Gedson e Gedeon Júnior são pastores, Eudalva é missionária e Ronaldo também. Já tenho um neto muito envolvido com o ministério. Ainda bem que sempre me preparei para deixar os filhos seguirem os caminhos do Senhor, que podem ser bem longe de mim.

Isso deve ser difícil...

É. Envolve muito choro, muita dor, muita oração. Não é nada fácil, mas temos que nos conscientizar que os filhos não são propriedade dos pais, eles são herança do Senhor, tem as suas próprias vidas, sua própria missão a seguir.

Se os pais não entendem isso e tentam impor sua vontade, os filhos têm muitas chances de serem infelizes. Deus tem o melhor para nós. Eu vivo isso na minha vida, apesar de todas as dificuldades, sou uma pessoa realizada, feliz, pois sei que Deus está realizando sua vontade na minha vida e na dos meus filhos e netos. Ronaldo, por exemplo, já foi preso pelo Sendero Luminoso, no Peru, teve vinte malárias na África e ficou com tuberculose óssea.

Ele veio ao Brasil por causa dessa doença, ficou sarado. Muita gente pensou que ele não iria voltar, mas eu sempre soube que ele voltaria, porque a Missão dele é lá, pelo menos por este período da vida dele. Tanto ele quanto Rossana, sua esposa, tiveram malária cerebral, que é gravíssima, mas ficaram curados. Ronaldo Júnior também teve malária cerebral, logo no início deste ano. Então eu orei. Clamei aos céus, também chamei muitos participantes do Ministério de Intercessão pelas Nações para orar. Ronaldo Júnior foi curado, graças a Deus. O ministério é mesmo cheio de lutas, mas não podemos parar.

Como nasceu o Ministério de Intercessão pelas Nações?

Foi pouco depois que meu marido faleceu. Eu tive oportunidades de continuar trabalhando com igrejas, como no ministério que trabalhamos juntos. Mas vi que tinha agora outro ministério. Ronaldo estava na África e isso me incentivou muito a orar com mais intensidade pelos missionários, não só pelos meus filhos, mas por todos os que estão no campo missionário nas mais diversas partes do mundo, na seara do Senhor.

O ministério foi crescendo, com a bênção de Deus. Somos pessoas mobilizadas para oração. Atualmente cerca de três mil e quinhentas pessoas estão envolvidas na nossa rede de oração. Distribuímos mensalmente quase quatrocentos calendários de oração, que são reproduzidos pelos vigilantes(é assim que nos chamamos). Nosso lema é: De joelhos, alcançando as nações para Jesus. Rossana sempre me fala da importância da intercessão. Levar o Evangelho é lutar contra o mal, lutar contra o Diabo pelas vidas. É algo muito sério e de muita responsabilidade.

Temos visto isso no nosso ministério e agradecemos a Deus por cada pessoa que faz parte dele e por todas as respostas alcançadas, mesmo quando parecem não ser boas aos nossos olhos, mas sabemos que é a vontade de Deus.

Há muitos pais que têm coragem de entregar seus filhos a Deus para fazerem missões?

Não sei se há muitos. O que posso dizer é que sinto ainda muita resistência por parte dos pais. Vejo muitos jovens que querem dedicar suas vidas Deus, ir a lugares não alcançados, ou fazer missões mesmo no Brasil. Os pais fazem seus próprios planos para os filhos, mas o que precisam é lembrar que Deus é quem tem o melhor para nós. Os planos de Deus sempre são os melhores. E nós devemos dar o nossobens, nossos talentos e deixar que nossos filhos façam o mesmo.

Como os jovens devem agir diante de atitudes como esta?

A Bíblia diz que os jovens devem honrar seus pais. É assim que os jovens devem agir. Missões não é aventura e não é fácil. O jovem que se dispõe a obedecer o chamado de Deus deve saber disso e deve ter sabedoria para agir corretamente, falar com os pais a respeito do chamado que tem. Mas, antes de tudo, ele deve falar à Deus sobre os pais. Se houver dificuldades, Deus vai dar a direção específica a cada um, e principalmente, Ele vai dar paz a respeito de o que fazer, pois a Bíblia diz que a paz é o árbitro, ou seja, ela dá a palavra final, e quando vem de Deus, é sem erro.

Como as igrejas têm acompanhado seus vocacionados, seminaristas?

Algumas dão muito apoio. Mas vejo um grande problema, que existe há muito tempo. Muitas igrejas ouvem o vocacionado, chamam à frente da congregação, impõem as mãos, oram por ele e mandam ir... Mas ir para onde, com que preparo? E os seminaristas? Que provações passam... Há tantas igrejas que se comprometem e depois parecem simplesmente se esquecer do compromisso que fizeram. Isso é muito grave.

É um compromisso com Deus! Muitas gastam dinheiro com coisas supérfluas e não gastam nada com missões. É algo triste. Louvo a Deus pelo apoio que Ronaldo tem. Durante o preparo também é imprescindível o apoio em oração, aconselhamento e sustento para o vocacionado. Oro para que nossas igrejas despertem para essa realidade. Se você tem um seminarista na sua igreja, por favor, se importe com ele, ore por ele, pergunte se ele precisa do seu apoio em algo específico e faça o que Jesus gostaria que você fizesse.

Como a senhora vê os frutos do seu ministério?

Eu e Gedeon semeamos e colhemos muitos frutos. É o Senhor que dá o crescimento e a graça dele em nossas vidas. Quero louvar a Deus por tudo o que Ele já fez na minha vida e por continuar me usando, com a sua graça. Só à Ele a glória.

Ministério de Intercessão pelas Nações
De joelhos, alcançando as nações para Jesus
R. Antonio Cavalcanti de Oliveira, 368, Apt 901,
Candeias, Jaboatão dos Guararapes - PE
CEP 54440-351
Telefone: (81) 3469-314

Currais Novos é Tempo de Orar!

Olá pessoal!

Queremos apresentar a você uma ótima iniciativa da OPES (Ordem dos Pastores Evangélicos do Seridó).
No último dia 19 de setembro foi lançada nas igrejas representadas por seus pastores integrantes da OPES a campanha de oração "Currais Novos é Tempo de Orar!".


A mesma objetiva unir, em um esforço conjunto, essas igrejas no exercício da intercessão. Essa iniciativa deu-se pelas necessidades sociais, morais e espirituais que tem se tornado notórias a cada dia na cidade.
A dinâmica da campanha ocorrerá nas programações locais das igrejas, no programa de Rádio e TV, como também em momentos temáticos e outros. A campanha estará sendo divulgada através de faixas espalhadas em pontos estratégicos da cidade, banner's nas igrejas, adesivos em carros e motos.
A culminância da campanha se dará no Dia da Bíblia com uma grande carreata e concentração reunindo todas as igrejas envolvidas nesta campanha.

“Antes de tudo, recomendo que se façam súplicas, orações, intercessões e ações de graças por todos os homens; pelos reis e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranqüila e pacífica, com toda a piedade e dignidade”. 

1 Timóteo 2:1-2



Deus abençoe a OPES e a todas as igrejas envolvidas nessa campanha!

Trabalhos que nos estimulam a continuarmos sempre firmes e constantes na obra do Senhor, sabendo que nEle o nosso trabalho não é em vão!

Olá pessoal!
Não poderíamos deixar de compartilhar com vocês mais algumas ações missionárias que realizamos. É, e desta vez os ministérios da igreja se engajaram na missão. Esse envolvimento da igreja expõe a sua compreensão da verdade de que o chamado é de todos e a missão é de cada um de nós.
E diante dessa verdade me permita fazê-lo(a) refletir na seguinte indagação: Qual a marca da sua missão?
Lembre-se o chamado é de todos, a missão é de cada um!

Culto de Ação de Graças na Comunidade Cachoeira - dia 09 de Set.

Tudo começou assim...
Grande parte dos moradores da comunidade moravam em casas de taipa. Mas, depois de se cadastrarem num projeto do governo para a construção de casas de alvenaria, tiveram que ter muita paciência para esperar a vez de cada um. O tempo passou e as novas casas começaram a serem construídas. Parte das irmãs de Técia (irmã em Cristo) foram beneficiadas e agradecidas a Deus e tocadas pelo o exemplo de gratidão ao Senhor por parte da nossa irmã Técia, pediram a nós da igreja que realizassemos um culto de gratidão pela casa nova das mesmas tal como realizamos na casa da sua irmã. Sendo assim, logo notamos no convite uma oportunidade de falar de Jesus para as mesmas e seus familiares uma vez que  não são crentes (ainda). Então foi um momento muito especial para eles, para a irmã Técia e para nós como igreja.

Chegamos e logo começamos a montar e preparar tudo para o louvarmos e agradecermos ao Senhor.


O início da programação foi marcada pela satisfação de nós como igreja participarmos dessa conquista da família da Dona Maria José.

Aí depois...

...só nos restou a louvação:

"eu louvarei ao senhor, na alegria ou na dor eu cantarei
Ele é o meu Salvador, Ele é o meu Senhor,
Ele é Rei."

Aproveitando a oportunidade o Pr. Samuel ministrou a mensagem nos ensinado a termos sempre um coração agradecido, pois essa é a vontade de Deus.

E no final ficou a nossa gratidão aos donos da casa (à esquerda) e a certeza de que essa foi a primeira de muitas celebrações que realizaremos juntos com essa família.

E claro que também as crianças não ficaram de fora dessa festa.

Aula prática de Evangelismo - dia 11 de Set.

A história da nossa igreja sempre foi marcada pela sua ousadia em expandir o evangelho. Porém, para que essa expansão possa ser real, a igreja incansávelmente tem ensinado aos seus membros a serem testemunhas do Senhor aonde estiverem. Esse ensino é dirigido não só aos adultos, mas também as crianças. Não só aos maduros na fé, mas também aos novos na fé.
Assim como o ensino não tem faltado, a prática também tem sido notória. E tem sido através dessa prática que Frentes Missionárias tem sido estabelecidas pela igreja. Comunidades sendo alcançadas, pessoas conhecendo a Jesus, provando da salvação do Mestre.
Diante disso, os novos convertidos da igreja tiveram a oportunidade de colar em prática aquilo que os mesmos tem aprendido sobre o testemunhar de Cristo. Nessa oportunidade realizamos juntamente com eles um impacto evengelístico na comunidade São Sebastião objetivando abençoar a comunidade e apoiar o trabalho que vem sendo realizado pelo irmão Valmir e sua esposa Valdinete (lísderes do trabalho).
Aí foi assim...

Passamos as orientações, os desafiamos e os motivamos a deixarem serem usados por Deus.

E assim saíram à seara trabalhar.




Creio que para eles foi uma experiência inesquecível!

A singularidade dessa experiência se fez notória no compartilhar.

A noite chegou trazendo nosso momento de celebração.

Convidamos a todos para nossa louvação...

Convidamos para nossa comunhão. 

Convidamos para estar com o Senhor, sentir Seu amor,
receber Sua unção.



A celebração trouxe também a palavra do Senhor
que levou todos a refletir:

Amigos de Deus,

ou amigos do mundo?

E no final só nos restou louvar e agradecer a Deus por este momento todo especial.

Deus abençoe aos novos convertidos, tornando-os cada vez mais firmes nos Seus santos caminhos.